O Presidente dos EUA, Barack Obama, proferiu hoje o seu último Estado da União, declarando, entre outras coisas, que o seu governo lideraria um novo esforço “moonshot” a ser liderado pelo Vice-Presidente Joe Biden para “curar o cancro de uma vez por todas”.
Ao longo do discurso, o Presidente Obama também repetiu as suas críticas consistentes à política partidária venenosa que se tinha tornado a norma no país, apelou ao Congresso para autorizar a acção militar contra o ISIS e argumentou que, embora a economia americana permanecesse forte e em crescimento, precisava de ser mais justo.
No entanto, embora o Presidente defendesse um maior compromisso com a luta contra o ISIS, ele advertiu que isso não deveria levar à hostilidade aos muçulmanos em casa, repreendendo o candidato presidencial republicano Donald Trump por sugerir que os imigrantes muçulmanos deveriam ser proibidos de entrar nos Estados Unidos como traindo “quem somos como país”.
Obama concluiu o seu discurso centrando-se nas realizações do seu governo, elogiando o acordo climático de Paris, a recuperação económica pós-GFC e o sucesso da sua Lei de Cuidados Acessíveis.



