Os republicanos estão a realizar caucuses ou primárias em quatro estados, com os democratas a votarem no seu candidato em três.
A ex-secretária de Estado Hillary Clinton lidera a disputa dos Democratas, enquanto o bilionário Donald Trump está à frente na corrida dos Republicanos.
Os esforços dos republicanos para retardar a marcha de Trump falharam até agora.
Num debate televisionado na quinta-feira, seus principais rivais pela indicação, Ted Cruz e Marco Rubio, lançaram uma série de ataques contra ele.
Mitt Romney, o candidato republicano em 2012, acusou anteriormente o empresário de intimidação, ganância e misoginia. Trump rejeitou Romney como um “candidato fracassado”.
Dois dias antes, na Superterça, Trump venceu sete das 11 disputas.
Quanto mais estados o escolhem, mais delegados ele reivindica. Os candidatos republicanos precisam de 1,237 delegados para ganhar a indicação.
Faltam 908 delegados a Trump; 155 estão disponíveis no sábado.
Mas as urnas já foram encerradas no Kansas, com Cruz assumindo a liderança logo no início da contagem dos primeiros votos.
Em vários estados, o voto evangélico poderá revelar-se decisivo, com Trump a conseguir obter algum apoio de uma base mais habitualmente associada a Cruz.
Na sexta-feira, Ben Carson, que já foi o favorito republicano, desistiu da disputa.
Os democratas estão votando em caucuses no Kansas e Nebraska, bem como nas primárias na Louisiana.
Clinton lidera a corrida e nos últimos dias começou a visar Trump nos seus discursos, em vez do seu colega candidato democrata, Bernie Sanders.
As pesquisas de opinião sugerem que ela tem um forte apoio na Louisiana entre os eleitores negros, mas analistas dizem que a disputa entre Clinton e Sanders pode ser acirrada em outros estados no sábado.
Cento e nove delegados estão disponíveis nas disputas democratas no sábado. Clinton precisa de mais 1,137 delegados para ganhar a nomeação.
A própria eleição, a 8 de Novembro, verá a América votar num sucessor para Barack Obama, um presidente democrata que se demite após dois mandatos em que os republicanos assumiram o controlo de ambas as câmaras do Congresso.



